Eles eram minúsculos...
Beijinhos
Postado por Raquel Cecília às 14:57 3 comentários
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Postado por Raquel Cecília às 07:58 15 comentários
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Postado por Raquel Cecília às 09:16 6 comentários
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Postado por Raquel Cecília às 04:54 0 comentários
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Não, não é nada disso que você deve estar pensando!
Até hoje, não bebi tanto que chegasse a esquecer de onde eu passei a noite, e vou me esforçar para que não aconteça!
Mas eu tenho lembranças boas, gostosas mesmo, da minha infância lá atrás... Antes de os meus pais se separarem.
Postado por Raquel Cecília às 13:33 1 comentários
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Postado por Raquel Cecília às 07:33 1 comentários
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Postado por Raquel Cecília às 19:16 11 comentários
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Ai céus! Como conter a mente de visitar os tempos remotos de outrora?
Ah, como é frustrante! Relembrar momentos que não fazem parte desta vida, não vive neste mesmo instante.
Coração bate forte ao pensar no que passou...
Mente cria culpa de pensar que não se é fiel ao presente, ao agora, ao que ficou.
Imagens na pupila que não estão lá... Só imaginação.
Como evitar, que o coração vagueie no passado buscando gestos, palavras, cenas, de tudo aquilo que um dia acabou?
Ai, quem me dera! Ter a fórmula mágica de fazer tudo em mim não sentir saudades!
Palavra única... Sem igual... Em nenhum outro idioma se pode traduzir essa peça que nossa mente e coração unem-se para nos pregar.
Cheiros convidam... Músicas embalam... O presente cria o cenário, a situação...
Tudo perfeito para que o passado bata à porta num canto escondido, onde tudo deveria ficar trancado, esquecido.
Postado por Raquel Cecília às 14:21 0 comentários
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Amor, amor...
Amor de mãe, amor de filho, amor de pai, amor de irmão, amor de amigo.
Amor pela arte, amor pela causa, amor próprio, amor pela vida, amor por amar.
Amor que se escreve, amor que se sente, amor que se canta, amor que não se compreende.
Amor que sufoca, amor que não sobrevive, amor que alimenta, amor que dói, amor que vive a vida inteira.
Amor que é só amor, amor que é paixão, amor que é carinho, amor que é dedicação, amor que é ilusão.
Amor que está em nós, amor que esteve em nós, amor que está no outro, amor que não quis o outro.
Amor... Love... Amore... Amour... Quem tem coração que não se emende.
E você? Tem amor de quê? Por o quê?
Postado por Raquel Cecília às 15:10 4 comentários
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Ontem foi dia dos pais, e eu não pude postar porque estava de cama.
Pior ainda, não pude visitar meu pai, o que me deixou muito chateada porque além de ser dia dos pais, na sexta foi seu aniversário.
Hoje, decidi fazer um post simples dedicado aos pais, e ao meu pai.
Eu sou filha de pais separados desde os 6 anos de idade, mas mesmo tendo sido criada pelo meu padrasto e minha mãe, sempre tive contato com meu pai e sou apaixonada por ele.
Ele é o primeiro homem da minha vida, para quem eu aprendi a dizer "EU TE AMO" sempre que me dá vontade, porque ele sempre me diz também.
Apesar de não crescer na companhia constante dele, sempre admirei muitas coisas nele, e acho que por ser como um ídolo para mim, eu sempre gostei das mesmas coisas que ele: Elvis Presley, Fábio Júnior, violão, música, canto, teatro... Ele foi minha inspiração!
E sempre tive uma imagem dele na minha mente que criei ainda criança, que é acompanhada de uma música de fundo nos meus pensamentos, essa música sempre me lembra ele, sempre me faz chorar e sempre, sempre, será a tradução do que eu sinto como filha e vejo o meu pai.
O Dia dos Pais para mim, se resume a esta letra do Fábio Júnior, e dedico a todos os pais carinhosos, presentes e amorosos, que não abandonaram seus filhos nem mesmo por causa da separação ou divórcio, que lutaram por eles e viveram por eles, perto ou longe:
"Pai,
Pode ser que daqui a algum tempo
Haja tempo prá gente ser mais
Muito mais que dois grandes amigos
Pai e filho talvez...
Pai,
Pode ser que daí você sinta
Qualquer coisa entre
Esses vinte ou trinta
Longos anos em busca de paz...
Pai,
Pode crer, eu tô bem
Eu vou indo
Tô tentando, vivendo e pedindo
Com loucura prá você renascer...
Pai,
Eu não faço questão de ser tudo
Só não quero e não vou ficar mudo
Prá falar de amor
Prá você...
Pai,
Senta aqui que o jantar tá na mesa
Fala um pouco tua voz tá tão presa
Nos ensine esse jogo da vida
Onde a vida só paga prá ver...
Pai,
Me perdoa essa insegurança
Que eu não sou mais
Aquela criança
Que um dia morrendo de medo
Nos teus braços você fez segredo
Nos teus passos você foi mais eu...
Pai,
Eu cresci e não houve outro jeito
Quero só recostar no teu peito
Prá pedir prá você ir lá em casa
E brincar de vovô com meu filho
No tapete da sala de estar
Ah! Ah! Ah!...
Postado por Raquel Cecília às 12:22 0 comentários
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